DA JANELA DO MEU QUARTO
30 30UTC maio 30UTC 2008

Da janela do meu quarto eu olhava meu jardim, tinha tudo, era farto, desde o cravo até o jasmim.
Rosas de cores variadas tendo as falhas como leito, hortências já carregadas, miríades de amor perfeito.

Com alegria eu fitava meu jardim maravilhoso, beija-flores, borboletas, num ballet leve e gracioso.
Quisera a humanidade vivesse assim algum dia, fraterna cumplicidade na mais perfeita harmonia.

